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02/12/2019

Assembleia elege novos Conselheiros Federais. Por SP: Waldir Pereira Gomes, Carlos Alberto Safatle (efetivos) e Carlos Eduardo Oliveira (suplente)

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O Conselho Federal de Economia realizou nesta sexta-feira (29) a Assembleia de Delegados-Eleitores, votação na qual são eleitos os novos conselheiros federais, com mandato no triênio 2020-2022. O evento teve lugar em Brasília.

Como conselheiros efetivos, foram eleitos os seguintes economistas: Waldir Pereira Gomes, com 273 votos; Carlos Alberto Safatle, com 269 votos; Maria de Fátima Miranda, com 266 votos; Mônica Beraldo Fabrício da Silva, com 264 votos; Paulo Roberto Polli Lobo, com 221 votos; e Wellington Leonardo da Silva, com 218 votos. Os demais economistas tiveram a seguinte votação: João Bosco Ferraz de Oliveira, 97 votos; Paulo Salvatore Ponzini, 72 votos; Paulo Brasil Corrêa de Mello, 25 votos; e Cid Cordeiro Silva, 13 votos.

 

Carlos Alberto Safatle

 

Waldir Pereira Gomes

 

Como conselheiros suplentes, foram eleitos os seguintes economistas: Maria do Socorro Erculano de Lima, com 286 votos; Carlos Eduardo Soares de Oliveira Junior, com 264 votos; Omar Corrêa Mourão Filho, com 259 votos; Aldenir Gomes de Paiva, com 242 votos; Marcelo Pereira Fernandes, com 228 votos; e Fabíola Andréa Leite de Paula, com 219 votos. Os demais economistas tiveram a seguinte votação: Eloy Corazza, 73 votos; Raul Paulo Sarmento, 60 votos; Paulo Hermance Paiva, 54 votos; Vicente Ferrer Augusto Gonçalves, 44 votos; e Nancy Goreti Gorgulho Chaves Braga, 18 votos.

 

Carlos Eduardo Oliveira

 

Os delegados Paulo Roberto Paixão Bretas (Corecon-MG) e Eduardo Rodrigues da Silva (Corecon-GO) foram os responsáveis pela apuração dos votos e a assembleia foi presidida pelo vice-presidente do Cofecon, Antonio Corrêa de Lacerda.



Como funciona a Assembleia

O plenário do Conselho Federal de Economia possui 18 conselheiros efetivos e 18 suplentes. O mandato de conselheiro federal é de três anos, mas o plenário é dividido em três terços cujos mandatos acontecem em períodos diferentes. Desta maneira, o 1º terço tem mandato de 2019 a 2021; o 2º terço, de 2017-2019; e o 3º terço, de 2018-2020. Portanto, ocorre uma renovação constante no plenário, uma vez que, a cada ano, encerra-se o mandato de seis conselheiros efetivos e seis suplentes.

No mês de outubro, quando os economistas de todo o Brasil elegeram os novos conselheiros regionais, cada chapa concorrente apresentou um delegado-eleitor efetivo e um suplente. A função deles é reunir-se nesta assembleia, realizada hoje, na qual são eleitos os novos conselheiros federais. O número de votos de cada delegado é definido com base na quantidade de economistas registrados e adimplentes em cada Conselho Regional de Economia: até o limite de 2.000 economistas, um voto para cada grupo de cem economistas em dia; e acima deste limite, um voto para cada grupo de duzentos economistas.

Fonte: Assessoria de Imprensa COFECON
 

 

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